Entenda o que é o Design Thinking.

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Ferramenta para inovação - Entenda o que é o Design Thinking.

Inovar.


Muita gente quer, mas poucos sabem o que realmente significa.

Inovar não é apenas ter uma grande ideia para um produto ou um serviço - isso é apenas uma das partes. O processo de inovação é algo que traz uma novidade, uma melhoria.


É quando alguém cria algo que dificilmente se assemelha com algo que já tinha sido visto antes, agregando melhorias e valor a quem ela serve.


Como podemos ver, inovar não é fácil, segundo o grupo Doblin, apenas 4% dos novos produtos lançados nos Estados Unidos são bem sucedidos no mercado, ou seja, a grande maioria dos produtos que estão indo para o mercado não agregaram valor efetivamente na vida das pessoas.


Foi com essa necessidade de inovar em mente que nasceu o conceito de Design Thinking: um processo de raciocínio e técnica focado na multidisciplinaridade e no ser humano, que busca entender os pensamentos, emoções, experiências e cultura do seu público, para assim criar um solução específica e efetiva para os mesmos.


Dependendo do autor, as fases do Design Thinking podem ter nomes diferentes mas sua essência é sempre a mesma, primeiro a equipe se aprofunda no conhecimento e aproximação do problema, até a identificação tanto da necessidade quanto das oportunidades que poderão ser exploradas. Após isso é feita uma análise de todas essas informações levantadas e a organização dos insights, que logo serão usados para, auxiliando a criatividade, criar ideias e soluções para o contexto e problema trabalhado. É ai então que se constrói o produto ou serviço - bom, na verdade um protótipo dele - para testá-lo no contexto, ou em uma simulação do mesmo, para validar como essas soluções pensadas anteriormente realmente se comportam, ajudando a equipe a entender o que funciona e o que precisa de alterações, repetindo essa parte do processo quantas vezes seja necessário, para assim chegar em um solução fina.



Nesse artigo vamos abordar o método usado pelo Instituto de Design da Universidade Stanford, que possui 5 fases: Empatia, Definição, Ideação, Prototipação e Teste. Entenda mais sobre eles a seguir:


Empatia ou Imersão - A partir de diferentes métodos de observação e pesquisa a equipe tem o seu primeiro contato com o problema chave, essa primeira etapa tem o objetivo de aproximar a equipe do problema, entender o contexto em que ele está inserido, identificando: perfis de usuários e atores-chave, áreas de interesse, insights, etc.


Definição ou Análise - Após o levantamento de dados feito na etapa da imersão, agora é hora de organizar todas essas informações de forma visual para analisá-las e, através dos insights, identificar as oportunidades e desafios do projeto.


Ideação - Usando as informações organizadas e sintetizadas anteriormente, a fase da ideação tem um único objetivo: criar idéias. Através de sessões de brainstormings a equipe deve listar possíveis soluções e caminhos a serem seguidos para resolver o problema inicial -se todo o trabalho até aqui tenha sido feito corretamente- de maneira inovadora e de acordo com o contexto estudado.


Prototipação - Agora precisamos validar todas essas ideias criadas no tópico acima. Na fase da prototipação a equipe vai selecionar uma, ou várias, das soluções pensadas e montar um protótipo desse produto ou serviço - ele pode ser um protótipo que apenas represente os conceitos da ideia até um mock up fiel do produto ou serviço - algo que possa colocar a ideia em prática.


Teste ou Validação - Com o protótipo do produto ou serviço em mãos, a equipe deve testá-lo para validar a ideia no contexto real, ou o mais parecido com o ambiente final possível. Esse teste pode ser feito tanto em um ambiente controlado - que se aproxime do real- com pessoas da equipe utilizando o produto ou serviço como se fossem os usuários finais, ou ele pode ser testado por usuários finais reais no ambiente final. O objetivo é observar como ele se comportaria e obter feedback dos possíveis usuários: funcionou? o que poderia melhorar? A partir dessas respostas a equipe deve fazer os ajustes necessários e retornar para outro teste - o ideal é que esse ciclo seja contínuo até que o produto ou serviço esteja preparado para ser lançado no mercado, ou empresa.


Preciso ressaltar aqui que as fases do design thinking não precisam acontecer necessariamente nessa ordem, por ser um processo mais intuitivo e humanizado, as etapas podem ocorrer simultaneamente, e a prototipação, por exemplo, não precisa ser uma das etapas finais, ela pode ser a primeira - que dá início a todo o projeto- ou até acompanhar as etapas da Empatia, Definição e Ideação.


Com essa carta na manga - diria até que o baralho todo -você já sabe desse processo incrível, cada vez mais usado dentro das empresas e agências, que te coloca no alcance de criar soluções realmente relevantes.


Agora, cabe a você colocar esse conhecimento em prática e torná-lo em um negócio inovador!


E que lugar melhor para realizar um processo que envolve criatividade, inovação e foco no ser humano, do que um espaço que tem isso como sua missão?


Venha desenvolver seu projeto no Espaço Sete Criativo!


Camila Avelar

Comunicação

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